segunda-feira, 19 de outubro de 2020

Análise: Julie and the Phantoms

Oii pessoal. Como vocês estão? Ontem assisti de uma vez só uma série nova da Netflix que vocês podem já ter ouvido acerca: Julie and The Phantoms. Antes de tudo, essa série é uma remake estadunidense da nossa brasileira Julie e os Fantasmas. De início, eu torci o nariz para essa nova adaptação porque eu simplesmente amava a Julie e os Fantasmas BR, assistia demais quando menor e fiquei com medo de que pudessem estragar. Mas olha, eu estava bem errada. Vem conferir comigo o que eu achei.

Título: Julie and the Phantoms
Título original: Julie and the Phantoms
Lançamento: 10 de setembro de 2020 (disponível na Netflix)
Temporadas: 1
Direção: Kenny Ortega
Gênero: Comédia, família, musical
País: Estados Unidos
Sinopse: A adolescente Julie descobre a paixão pela música e pela vida quando cria uma banda com um trio de fantasmas. (Filmow)

Julie é uma garota de 16 anos que está passando enfrentando a perda da mãe. Ela vive com o pai e seu irmão mais novo, Carlos. A sua tia também aparece vez ou outra em sua casa para dar uma "ajudinha" por lá. Com a perda da mãe, a Julie perdeu toda a conexão com a música e não cantou mais. Porém, quando vai ao velho estúdio de sua mãe, ela acaba encontrando um CD antigo e põe o mesmo para tocar. Feito isso, ela acaba liberando 3 fantasmas de falecidos garotos que formavam uma banda famosa em 1995 (ano em que morreram). Esse encontro mudará bastante a vida de Julie.

É preciso salientar uma coisa: essa série é voltada para o público infanto-juvenil, logo a trama não segue uma explicação lógica ou muito certeira sobre essa questão dos fantasmas. Todo o enredo, músicas e personagens são feitos e desenvolvidos a fim de cativar e prender a atenção desse público. Portanto, se você não tem nada a ver com esse tipo de série, é melhor já ir sabendo que é sobre isso tudo que se trata.

Comecei a assistir sem pretensão alguma e quando me dei conta, já estava terminando a série, com o sol raiando e eu chorando bastante. É uma série tão leve e rapidinha, você certamente nem vai notar o tempo passar. Eu tenho tanta coisa para falar, mas ao mesmo tempo nem sei como começar. Os personagens são ótimos, a atriz que interpreta a Julie é simplesmente talentosíssima. A voz dela é incrível e ela tem 16 anos! Os meninos que interpretam os fantasmas também são maravilhosos e algumas cenas deles são bem tocantes, outras trazem um certo alívio para a série. A música, um dos elementos fundamentais senão o principal, é muito contagiante. A minha favorita é "Flying Solo", mas todas são tão lindas!

 
Além de tuuuudo isso, é importante ressaltar a representatividade negra, a presença da cultura latina e um romance lgbtqi+. O romance é tão fofo e amorzinho, a química entre a Julie e o seu par na série é inegável, impossível não torcer por eles. 

Não restam dúvidas de que eu amei essa série e só posso torcer para que a Netflix renove ela para uma segunda temporada, já que o final da primeira deixa muitas pontas soltas e eu realmente quero saber como tudo vai se desenrolar. Fica aqui a minha indicação para vocês de uma série leve, para animar o seu dia/final de semana, com um humor puro e legal, canções viciantes e um elenco realmente talentoso que merece o sucesso que a série está fazendo!
 
Minha cena favorita e ela dispensa explicações, né? 
 
⭐⭐⭐⭐⭐ 5
Amei!

quarta-feira, 14 de outubro de 2020

Decoração: Halloween

Olá pessoal. Como vocês estão? Eu espero que todo mundo esteja bem. Eu tô só o caco, essa semana foi muito desgastante psicologicamente, ainda estou tentando lidar com algumas coisas e é por isso que resolvi escrever essa postagem, para espairecer um pouquinho ;) Vocês gostam do Dia das Bruxas, ou na gringa, o Halloween?

Eu confesso que o fato dele não ser celebrado aqui como é lá nos Estados Unidos não me deixa muito triste, já que não sou muuito fã da data. Entretanto, adoro conferir os significados que a data tem ao redor do globo. A festa acontece de maneira marcante nos Estados Unidos, aonde as pessoas decoram suas casas e as crianças se fantasiam e saem para pedir doces. Os estadunidenses ainda acrescentam filmes de terror, casas assombradas comunitárias e as famosas abóboras cortadas em expressões assustadoras com velas dentro.

No Brasil, o dia das Bruxas acontece de maneira tímida, vejo muitos cursos de Inglês promoverem essas festas entre os estudantes para praticar o idioma. É uma ideia bem criativa. Já na Espanha, a festividade também acontece de forma pacata, pois o país que mantém a antiga tradição de culto em respeito aos mortos. Assim como no México, fortemente comemorado o Dia dos Mortos (2 de novembro).

O que vocês acham desse tipo de comemoração? Costumam fazer alguma coisa nessa data comemorativa? Eu geralmente comemoro o aniversário da minha avó que caiu nesse dia, tadinha hahah E vejo o filme da Coraline e o Hocus Pocus (Abracadabra), as únicas coisas assustadoras que conseguirei ver em toda a minha vida, sou muito medrosa. Eu também escolho um livro de fantasia para ler durante essa época. E isso é porque eu não gosto muito da data, imagina se eu realmente gostasse hahah
Desejo um ótimo dia a todes, muuuuitos doces e sustinhos para vocês nesse mês huahuahuahua

quarta-feira, 7 de outubro de 2020

Inspire-se: looks da Rachel Green

Oi galera! Tudo bem com vocês? Espero que todos estejam bem! Há um certo tempo fiz uma postagem falando sobre os looks diferentões da Phoebe Buffay (personagem de Friends interpretada pela Lisa Kudrow). Resolvi continuar com esse tipo de postagem e vou me estender para outras séries e filmes também. Hoje nós vamos conferir os looks lindos da Rachel, dá vontade de ter o guarda roupas dela todinho <3

A Rachel aparece na série com a imagem de uma garota mimada e rica, mas ao longo da série, conforme a personagem vai driblando seus problemas, ela vai amadurecendo e mudando suas atitudes. Mas algo que não muda em Rachel, certamente é o seu estilo.

Muitas das peças que a Rachel vestia láá nos anos 90, retornam para a moda dos dias de hoje e faz bastante sucesso. O que eu mais gosto nela certamente são seus looks mais sociais, para o trabalho. Como a Rachel trabalha em uma grande empresa de moda, é importante que a sua imagem esteja à par do cargo que exerce. 

É difícil não gostar das roupas que ela usa. Um dos meus looks favoritos dela certamente é esse com a blusinha vermelha e a calça preta com listas brancas nas laterais. Eu mesma tenho uma calça semelhante a essa e adoro! Apesar de fazer 26 anos que a série estreou, os looks da personagem são um prato cheio de estilo e com certeza agrada muitos.

O que você acha dos looks da nossa queridinha Rachel? Já assistiu Friends? Vamos conversar aí nos comentários.

Desejo à todes uma ótima semana, beijos!

quarta-feira, 30 de setembro de 2020

Análise: Amor Garantido


Olá pessoas, tudo bem? Hoje trouxe uma análise de um filme super amorzinho que assisti recentemente. Não sei vocês, mas eu não dispenso um filminho clichê, seja ele mais adulto ou adolescente, assisto todos e sempre gosto. Meu gosto para filmes não é dos mais exigentes, admito e estou bem com isso hahah. 

Título: Amor Garantido
Título original: Love, Guaranteed
Lançamento: 3 de setembro de 2020 (disponível na Netflix)
Duração: 1h 30min
Direção: Mark Steven Johnson
Gênero: Romance
País: Estados Unidos
Sinopse: Em Amor Garantido, para salvar seu pequeno escritório de advocacia, a séria advogada Susan (Rachael Leigh Cook) aceita pegar o caso de Nick (Damon Wayans Jr.), um cliente novo e encantador que quer processar um site de namoro que garante encontrar seu amor. Mas, à medida que o caso esquenta, também aumentam os sentimentos de Susan e Nick. (Adoro Cinema)

No começo do filme, somos introduzidos à Susan. Uma jovem advogada que gosta muito do que faz, mas infelizmente seus negócios não estão indo muito bem. Em contrapartida, temos Nick, um cara muito bonito que já teve quase 1.000 encontros e deseja processar o site de namoros online Amor Garantido. Diante dessa situação, Susan decide aceitar o caso de Nick visando a salvação do seu escritório.

 A premissa do filme é baseada em uma história real, que não envolve um site de relacionamentos, mas sim uma empresa de alimentos. A sinopse é muito diferente e atraiu minha atenção. Confesso que comecei o filme achando a atuação meio fria, mas conforme as coisas iam se desenvolvendo fui me interessando cada vez mais pelo filme.

O filme possui tudo aquilo que me agrada em um romance. Uma história leve e fluída, com personagens que combinam entre si e faz a história palpável. Gosto como não tem aquela atração imediata e incontrolável e como as coisas acontecem no tempo em que devem ser, surpreendendo os próprios personagens quando se dão conta do que sentem. 

A imagem e a trilha sonora do filme (apesar do carro da protagonista estar quebrado e tocar sempre as mesmas músicas, mesmo no momento mais inoportuno) me agradaram muito. Adoro as paisagens do filme e os lugares. 

Quando eu acabo de assistir um filme, sempre leio algumas críticas para conferir o que as outras pessoas acharam do filme. Algumas críticas que li realmente acabaram com ele. O que me faz pensar: é impossível querer que um filme de comédia romântica provoque um impacto ou uma reflexão profunda em alguém, tenha uma trama cheia de surpresas e complexidades, quando o seu intuito é divertir e fazer o telespectador se apaixonar pelos personagens caricatos e pelo cenário, enredo e afins.
 
É um filme muito fofinho, terminei ele querendo assisti-lo novamente. Recomendo demais se você estiver querendo suspirar de amores por aí.
 
⭐⭐⭐⭐⭐ 5
Amei!

terça-feira, 22 de setembro de 2020

Voltei

 Olá pessoal, tudo bem? 

Que saudades de escrever nesse cantinho. Confesso que a quarentena não tem sido nada fácil (para ninguém não é mesmo?). Minha faculdade está paradíssima, não informa nada sobre as matrículas, minha ansiedade e estresse cada vez mais atacados, diversos outros problemas que não valem a pena serem mencionados. Mas, todos nós temos problemas. E um dia, eles passam. Só não podemos ficar sentados e esperar que tudo se ajeite. A vida continua independentemente de estarmos bem ou não.

A melhor solução que encontrei foi me afastar do blog e ficar sem postar (até porque eu não tinha um pingo de vontade de fazer absolutamente nada). Esses dias, resolvi acessa-lo para ler algumas postagens antigas e me deu um aperto no coração. Senti que precisava voltar, porque blogar é uma coisa que já está tão presente (positivamente) na minha vida, que ficar sem fazê-lo é muito triste. 

Estou cheia de ideias para novas postagens, super legais e estou empolgada para trazer tudo isso aqui para esse blog que tanto amo. Comecei o ano focada em mante-lo e não deixa-lo cair no esquecimento como tantos outros blogs que criei, e aqui estou eu cumprindo minha meta (não por obrigação ou algo do tipo, mas porque eu realmente quero continuar por aqui)! Achei que deveria trazer uma explicação antes de voltar do nada. Espero que possam continuar me acompanhando. Mil beijos e até mais!

quarta-feira, 22 de abril de 2020

Resenha: Um caso perdido | Colleen Hoover

Mais uma vez me encontro naquele dilema em escrever uma resenha de um livro que me impactou, porque eu mesma desconheço os meus sentimentos acerca desse livro. A Colleen Hoover é uma autora muito bem avaliada e a grande maioria recomenda muito seus livros, por esse motivo resolvi adquirir Um caso perdido para me acompanhar nessa quarentena. Mas acontece que esse livro me deixou com um nó na garganta e um baque terrível durante grande parte da leitura.

Sky é uma garota de dezessete anos que vive com a sua mãe no Texas. Ela não têm acesso à tecnologia pelo fato de sua mãe não ser muito a favor da mesma e a Sky nunca estudou em uma escola, tendo apenas aulas em casa. Mas por determinado motivo, decide que quer estudar seu último ano do ensino médio em uma escola pública.

Apesar de ter conhecido vários garotos, nenhum deles despertou nela algum interesse e/ou atração. Até que um dia, em um mercado, ela encontra um garoto que ao mesmo tempo que a deixa encantada, ele a deixa assustada, fazendo-a sentir coisas que nenhum outro garoto provocou. A partir desse momento, passamos a acompanhar o crescimento e o desenvolvimento da relação de ambos.

Porém, algo em Holder a faz despertar memórias e sensações de seu passado, mas ainda há muito que Sky não sabe. Tanto sobre ela mesma, quanto o próprio Holder, que esconde sua parcela de segredos.
 "Você não merece palavras, Sky. Merece ações. " - página 182
Eu peguei esse livro para ler com muita expectativa e empolgação, mas a partir de certas páginas comecei a enjoar da história porque pensei que fosse apenas um romance dramático com um cara que fica putinho e resolve dar soquinho na parede. Às vezes eu revirava tanto meus olhos, que temi que não voltassem para o lugar. Mas mesmo assim, resolvi continuar com a leitura. Afinal, se as pessoas recomendavam tanto esse livro, devia ter algo que valesse a pena.
"Não existe nada como a culpa que sentimos quando percebemos que nosso próprio coração é capaz de amar o mal." - página 328
E de fato, tinha algo. Que teria me prendido completamente à história se eu não tivesse lido algumas páginas, por pura ansiedade, e ligado todos os pontos. Por sorte, essa não era uma das únicas reviravoltas da história. Conforme ia avançando na leitura e descobrindo mais acerca dos personagens, deixei minha ignorância e desdém para com eles de lado, me afeiçoando e me colocando em seus lugares. Só em ler certas coisas, meu coração doía e um nó se formava na minha garganta.
Esse livro me deixou meio desestruturada e isso é tudo o que consigo concluir sobre ele, porque ainda não fui capaz de decidir se eu o amo ou se eu o odeio. Nunca tinha lido um livro que me deixasse dessa maneira. Às vezes não conseguia pegar ele para ler, porque ficava angustiada ao pensar na história e por isso passei quase um mês inteiro para conclui-lo. 

Mas, sem dúvidas, o que mais me cativou foi a coragem da nossa protagonista para encarar todos os percalços da vida que lhe surgiram. Apesar de não ter me prendido à história e/ou me afeiçoado aos personagens logo de cara e demorado muito tempo para concluir essa leitura, é uma história com personagens com passados dolorosos e muito a superar, com reviravoltas impressionantes.


Bom.

sábado, 11 de abril de 2020

Análise: Um amor, mil casamentos

UM AMOR, MIL CASAMENTOS | Nova comédia romântica da Netflix ganha ... 
Oi gente, como vocês estão? Eu estou bem! Fiquei um pouco ausente por falta de inspiração para postar, mas estou de volta. Vi no Instagram o trailer deste filme e quando fui entrar na Netflix vi que tinha sido lançado hoje (estou escrevendo isso de madrugada, relevem rs) e por impulso resolvi assisti-lo. Confesso que o único motivo que me fez assisti-lo foi porque vi que Sam Claflin estaria no mesmo. Mas sem delongas, vamos conferir um pouco sobre o filme.
Título: Um Amor, Mil Casamentos
Título original: Love, Wedding, Repeat
Lançamento: 10 de abril de 2020 (disponível na Netflix)
Duração: 1h 40min
Direção: Dean Craig
Gênero: Comédia Romântica
País: Inglaterra; Itália
Sinopse: Um Amor, Mil Casamentos apresenta diferentes versões de um mesmo dia que se repetem para Jack. Ele terá que lidar com diversas confusões como uma ex-namorada, um convidado não convidado com um segredo e um possível romance na festa de casamento de sua irmã. Para isso, Jack precisa sedar a pessoa certa, mas quem sabe as possibilidades de se beber no copo errado?

No começo do filme, somos apresentados ao casal principal, Jack (Sam Claflin) e Dina (Olivia Munn), uma simpática e agradável jornalista que ele conheceu em Roma. Mas por acaso eles acabam perdendo o contato e tornam a se encontrar no casamento da irmã de Jack, Hayley ((Eleanor Tomlinson). Animado por saber que Dina está solteira, Jack resolve aproveitar a ocasião e se reaproximar de Dina, mas tudo parece sair dos eixos quando o ex de sua irmã resolve invadir o casamento e planejar o maior vexame. 
CRÍTICA - Um Amor, Mil Casamentos - Desencaixados 
A trama nos apresenta a diversas possibilidades que a situação poderia tomar apenas com a maneira em que oito pessoas estariam sentadas em uma mesa de casamento. Acompanhamos as realidades e como o casamento ocorre para cada uma dessas figuras que compõe a trama do filme.  

A premissa é ótima e realmente me fisgou, fazendo com que eu me concentrasse bastante ao que estava assistindo e me peguei rindo ou passando nervoso com o que o ex pretendia fazer. As cenas de comédia são realmente muito engraçadas e algumas até constrangedoras, talvez por isso acabe conseguindo arrancar boas risadas de quem irá assistir.

A atuação é ótima e eu não conhecia a boa parte dos atores, mas todos parecem ótimos em seus papéis. A trilha sonora é agradável assim como a imagem do filme.
Mas se tem algo que fica para segundo plano é o desenvolvimento do casal principal, Jack e Dina. Devido a todas as confusões que acontecem nesse casamento, o momento entre ambos acaba sendo postergado, deixando o filme apenas uma comédia e não uma comédia romântica, como anunciado. Por esse motivo, acabei não torcendo para que ambos ficassem juntos e/ou tudo desse certo para eles no final das contas, como é comum nesse tipo de filme.

Como eu estava buscando por um romance, isso acabou me deixando um pouco decepcionada, repensando a minha impressão desse filme.

Porém, não nego que é um filme legal e cumpre seu papel de fazer passar o tempo e nos distrair de todo esse caos que acontece ao nosso redor, pois nem vi o tempo passar enquanto assistia ao filme. Logo, eu recomendo se este é o tipo de filme que você curte e se você não está tão interessado no romance e quer mesmo é dar umas boas risadas.

⭐⭐⭐ 3, 5
Bom!